1º Ciclo | St. Peter’s International School

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Critérios Gerais de Avaliação
Objeto e âmbito: O presente documento estabelece os princípios orientadores da avaliação, dos conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos do 1º Ciclo do ensino Básico.

Princípios Orientadores


A avaliação das aprendizagens assenta nos seguintes princípios:

a) Coerência e sequencialidade entre os vários níveis de ensino (Jardim de Infância, 1º Ciclo e 2º Ciclo);

b) Diversidade de ofertas educativas tomando em consideração as necessidades dos alunos, por forma a assegurar a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de capacidades essenciais;
c) Reforço da carga horária nas disciplinas fundamentais: português e matemática;
d) Favorecimento da integração das dimensões teórica e prática dos conhecimentos, através da valorização da aprendizagem experimental;
e) Valorizar os resultados escolares e reforçar a importância da avaliação sumativa externa;
f) Valorização das línguas e das culturas portuguesa e inglesa nas componentes curriculares.

Modalidades de avaliação

1 - A avaliação da aprendizagem compreende as modalidades de avaliação diagnóstica, de avaliação formativa e de avaliação sumativa.

Avaliação diagnóstica

A avaliação diagnóstica realiza-se no início de cada ano de escolaridade ou sempre que seja considerado oportuno e visa facilitar a integração escolar do aluno.

Avaliação Formativa
A avaliação formativa assume caráter contínuo e sistemático, recorrendo a uma variedade de instrumentos de recolha de informação adequados à diversidade de aprendizagem e às circunstâncias em que ocorrem, gerando medidas pedagógicas adequadas às características e à aprendizagem a desenvolver.

Avaliação Sumativa

Traduz-se na formulação de um juízo global sobre a aprendizagem realizada pelos alunos, dando origem a uma tomada de decisão sobre a progressão, retenção ou reorientação do percurso educativo do aluno, tendo como objetivos a classificação e certificação, e inclui:
a) A avaliação sumativa interna que é da responsabilidade da escola;
b) A avaliação sumativa externa que é da responsabilidade dos serviços ou entidades do Ministério da Educação e Ciência.

Em situações em que o aluno não adquira os conhecimentos nem desenvolva as capacidades para o seu ano de escolaridade, o professor titular de turma e o Conselho de Docentes devem propor as medidas necessárias para colmatar as dificuldades detetadas no percurso escolar do aluno e/ou o eventual prolongamento do calendário escolar.

Caso o aluno não adquira os conhecimentos pré definidos para o um ano escolar, não terminal de ciclo, o professor titular de turma e o Conselho de Docentes pode, a título excecional, determinar a retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade, exceto se este estiver no 1º ano de escolaridade.

Verificando-se a retenção compete ao professor titular de turma identificar os conhecimentos não adquiridos e as capacidades não desenvolvida pelo aluno, as quais devem ser tomadas em consideração na elaboração do Plano da Turma em que o aluno venha a ser integrado.

A informação resultante da avaliação sumativa interna materializa-se de forma descritiva em todas as áreas curriculares, com exceção das disciplinas de português e matemática no 4º ano de escolaridade, a qual se expressa numa escala de 1 a 5, em todas as disciplinas.

Assim, o que propomos para as nossas aulas é uma metodologia que assenta essencialmente na atividade do aluno, partindo, por isso, do princípio de que este é o principal agente da sua própria aprendizagem. Cabe ao professor o papel de organizar e orientar as atividades de aprendizagem, criando um ambiente de trabalho agradável e um clima de empatia entre os diferentes intervenientes da sala de aula.
Desta forma, a classificação obtida no final de cada período será o resultado da observação de três domínios: aprendizagens, realização de tarefas e comportamentos.

Aprendizagens:

a) Onde teremos em consideração a aquisição e aplicação de novos conhecimentos em situações diversificadas, tentando desenvolver nos alunos o espírito de pesquisa e criatividade;
b) Onde será estimulada a comunicação oral e escrita através de atividades que levem os alunos a verbalizar os seus raciocínios, analisando, explicando, discutindo e confrontando processos e resultados obtidos.

Não esquecendo o facto de na mesma turma se encontrarem alunos com motivações, interesses e necessidades diferentes, deve-se praticar, dentro do possível, uma pedagogia diferenciada que perspetive a progressão de cada um, dentro da sua individualidade, compensando as diferenças e respeitando o ritmo de aprendizagem de cada um, nunca deixando de ter presente o referencial de aquisições comuns. 
Pensamos também ser importante desenvolver um trabalho interdisciplinar, sendo por isso uma boa estratégia para estabelecer conexões entre as várias disciplinas, promovendo uma aprendizagem mais significativa.

Realização de Tarefas

a) Onde reforçaremos as aprendizagens efetuadas através da participação (espontânea e solicitada), da realização de tarefas e de trabalhos de casa que têm como objetivo a consolidação dos diferentes conteúdos e a aquisição de hábitos de estudo;
b) A organização e apresentação dos materiais será objeto de desenvolvimento, uma vez que estes constituem elemento essencial de estudo e de trabalho, concorrendo para uma maior estruturação e sistematização dos conteúdos.

Comportamentos

No que diz respeito a esta área pretendemos desenvolver no aluno:
a) O comportamento adequado face ao manancial de situações a que está exposto na sala de aula e nos espaços sociais.

Salienta-se a importância da autoavaliação dos alunos do 3º e 4º anos, pois permite-lhes, além de uma participação ativa com o professor no processo de aprendizagem, a tomada de consciência das suas dificuldades e progressos, experimentando novos caminhos e ganhando mais confiança. Na perspetiva do professor, permite-lhe traçar novas atividades específicas de ajuda, nomeadamente, recuperação, reforço e aprofundamento.

Apresentam-se a seguir os critérios que servirão de base à avaliação e respetiva ponderação:

Ao nível das aprendizagens – 65%
• Fichas de avaliação / momentos de avaliação

Ao nível da realização de tarefas - 25%
• Trabalhos realizados em casa
• Participação (espontânea e solicitada) na sala de aula
• Organização e apresentação dos materiais
• Cumprimento de tarefas

Ao nível dos comportamentos – 10%
• Comportamento na sala de aula
• Comportamento nos espaços sociais

Condições de Retenção

A avaliação Sumativa dá origem a uma tomada de decisão sobre a progressão, retenção ou reorientação do percurso educativo do aluno.

Em situações que o aluno não adquira os conhecimentos nem desenvolva as capacidades definidas para o ano de escolaridade que frequenta, o professor Titular de Turma, ouvido o Conselho de Ano, deve propor medidas necessárias para colmatar as deficiências detetadas no percurso escolar do aluno, o eventual prolongamento do calendário escolar para esses alunos.

Caso o aluno não adquira os conhecimentos predefinidos para um ano não terminal que, fundamentalmente, comprometam a aquisição dos conhecimentos e o desenvolvimento das capacidades definidas para um ano de escolaridade, o Professor Titular e Turma, ouvido o Conselho de Ano, pode determinar a retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade.

A progressão ou a retenção do aluno, expressa-se através das menções, respetivamente, de Transitou ou de Não Transitou, no final de cada ano, e de Aprovado ou de Não Aprovado, no final do ciclo.

No final do primeiro ciclo do ensino básico, o aluno não progride e obtém a menção de Não Aprovado, se estiver numa das seguintes condições:

a) Tiver obtido simultaneamente classificação inferior a 3 nas áreas disciplinares ou disciplinas de Português (ou PLNM) e de Matemática;
b) Tiver obtido classificação inferior a 3 em Português (ou PLNM) ou em Matemática e simultaneamente menção não satisfatória nas outras áreas disciplinares.

Os alunos autopropostos do ensino básico não progridem e obtêm a menção de Não Aprovado se estiverem nas condições referidas no ponto anterior.
Classificação
Qualitativa
Quantitativa (valores)
Português e Matemática 4º ano (Ní­vel)
Muito Insuficiente
0 - 4.4
1
Insuficiente
4.5 - 9.4
2
Suficiente
9.5 - 13.4
3
Bom
13.5 - 16.4
4
Muito Bom
16.5 - 17.4
4
Excelente
17.5 - 20
5